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É com bastante preocupação que a Sociedade de Terapia Intensiva do Rio Grande do Sul tomou conhecimento de uma decisão da Unimed de não autorizar o pagamento de terapia renal substitutiva contínua a partir de 15 de agosto de 2019. A justificativa para tal decisão baseou-se na ausência de redução de mortalidade em ensaios clínicos que compararam as terapias contínua e intermitente. Várias terapêuticas empregadas em pacientes críticos não mostraram redução demortalidade, mas continuam sendo adotadas por conhecimento fisiológico e benéfico em outros desfechos. A decisão de autorizar uma terapêutica baseada exclusivamente na redução de mortalidade parece-nos impertinente. Acreditamos que esta é uma decisão preliminar e que novas discussões serão realizadas. Estaremos atentos aos desdobramentos deste assunto com o intuito de defender o melhor cuidado ao paciente crítico.

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